terça-feira, 3 de abril de 2012

Você é empreendedor?

Segue o link de um teste muito interessante sobre empreendedorismo.

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI277453-17184,00-VOCE+TEM+PERFIL+DE+EMPREENDEDOR.html

Coaching

Empreendedores de todos os tamanhos podem se beneficiar com os serviços das empresas de coaching, que ajudam a alcançar resultados e fazer o negócio crescer

Por Flávia Pinho
Editora Globo
Embora seja mais associado a executivos de grandes corporações, o coaching tem sido cada vez mais procurado pelos pequenos e médios empreendedores. Os especialistas, porém, advertem: ao contrário do que se imagina, o processo não foi criado para gerenciar as crises do negócio. “O objetivo é alcançar resultados”, diz Flora Victoria, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching. “Trata-se de um recurso voltado para o futuro, e não para o passado.” Segundo Ana Luísa Cliopas, da Carreira de Propósito, empresas de pequeno porte têm muito a ganhar com a ação do coach. “Existem empreendedores que são realizadores natos, mas têm enorme dificuldade para lidar com pessoas, por exemplo. Também há aqueles que não sabem como agir diante do dilema de crescer ou ser engolido pela concorrência”, diz. “Para estes, a orientação é fundamental.” Antes de usar o serviço, confira as dicas dos especialistas.

>Quando procurar?
Sempre que houver objetivos a atingir ou decisões estratégicas a tomar. “Se há problemas importantes no histórico da empresa, sugerimos uma terapia. Caso contrário, o coaching não fará sua função: ajudar a companhia a crescer”, diz Ana Luísa.

>Quem pode se beneficiar com o coaching?
O empreendedor pode optar por contratar o coaching para si mesmo, para líderes dentro da sua equipe ou para os funcionários.

>Quanto tempo leva?
De três a seis meses, em média, com encontros semanais que duram entre uma hora e uma hora e meia. Mas essa rotina varia. “A frequência pode ser até diária, dependendo da urgência”, afirma Flora.

>Quanto custa?
As sessões custam a partir de R$ 500. O preço depende de fatores como o status do profissional contratado e o objetivo do cliente. Boa parte das empresas de coaching não cobra pela primeira reunião.

Fontes: Ana Amélia Camarano, Coordenadora de População e Cidadania do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e Tony Bernstein, diretora do Portal Terceira Idade

sexta-feira, 23 de março de 2012

Comunicação como chave de sucesso

Tenho exercitado nos últimos dias a eficácia de uma boa comunicação.
Muitas vezes pensamos que a nossa comunicação é boa, mas será que o receptor das informações também acha isso?
Para saber se realmente a boa comunicação faz a diferença, passei a me dedicar um pouco mais nela em casa e no trabalho. E os resultados foram melhores do que eu imaginava.
Na vida pessoal, o homem e a mulher possuem perfis e formas de raciocínio diferentes, a tendência é de desentendimento, pois a mulher espera uma ação que para o homem muitas vezes não é importante e vice-versa. A importância de se comunicar no canal que a pessoa entende melhor é uma ótima forma de manter os relacionamentos.

Existem diversos canais de comunicação entre eles, o olhar, a fala, o tato, o gesto. E cada um possui um destes mais aguçado. Por isso, para não precisar pensar demais ao se comunicar, a mescla destes canais é a melhor forma.

Todo ser humano gosta de se sentir importante e ter atenção. Por mais que seja um feedback negativo, a preocupação da comunicação, mostra o quanto o outro é importante e foi lembrado.

A partir do momento que decidi me dedicar à melhor comunicação com os clientes, eles passaram a entender os dois lados (o dele e o meu, ou da empresa). Diminuiu o stress, pois ninguém espera a perfeição de ninguém e em momentos difíceis surge a cumplicidade. Aumentou a satisfação, pois as comemorações foram juntas também. E a demanda de serviços também aumentou, pois todos preferem ser atendidos por quem os respeita e os atende bem. Consequentemente, a receita aumentou também.

Quando a comunicação é boa, bons negócios surgem, pessoas te procuram.   

Enfrentei a minha timidez todos os dias da minha vida e sei o quanto é dificil melhorar a nossa comunicação ou mesmo falar em público, mas a comunicação sempre abriu muitas portas.


Atuo com alinhamento de valores e comunicação há mais de 15 anos.
Ministrarei diversas práticas de uma boa comunicação no mês de Maio a começar por Santos - SP. Em caso de interesse na sua empresa, na sua cidade, meu contato thayse@gmail.com
  

segunda-feira, 5 de março de 2012

domingo, 4 de março de 2012

Gestão Financeira Pessoal

É incrível como ano após ano, na gestão financeira, sempre nos deparamos com os mesmos questionamentos, muda-se a forma, o gasto, a receita, a despesa, mas sempre com os mesmos questionamentos.
Quando se tem a vida financeira próspera, sempre há a questão de onde investir.
Quando a vida financeira é mais apertada, há 2 questões: onde captar mais recursos ou como diminuir as despesas.
Para captar mais recursos é importante verificar se existe capacidade e tempo para isto, pois gerar receita requer tempo e dedicação.
Para diminuir as despesas, analisamos o corte de gastos. Existe algum excesso nas suas finanças? Se for excesso mesmo, corte.
Mas existem despesas que parecem excesso e não são. Preste bem atenção nisto. 
Um financiamento, por exemplo. Geralmente o financiamento vem da aquisição de algum bem. Este bem é importante? Se vender o bem, precisará comprar outro? Se comprar outro, quanto vale um bem novo ou outro bem similar atualmente?
Um carro deprecia-se e vale menos a cada dia, se vendê-lo, acabará comprando um outro de valor superior ou qualidade inferior, mas se precisar financiar novamente, voltará a ter novos gastos.
Um imóvel, apesar dos juros que paga, muitas vezes, para adquirir um de qualidade equivalente, pela valorização, pagará muito mais.

Como será a sua vida sem a despesa?  Sem o bem? Muitas vezes pensamos em fazer economias e no final acaba-se apenas transferindo as despesas para um outro tipo de despesa.
Deixa de comprar chocolates e começa a pagar um terapeuta!!!!

O jeito é ter criatividade para gerar novas oportunidades e pensar no que é realmente necessário. Com certeza é cortes a fazer e há receitas a receber. Mas é importante mudar-se culturalmente para isso, e assim, conseguirá analisar qual é o equilíbrio. Cada um tem o seu. Cabe a você saber qual é.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sete dicas para o networking

Extraí  longos trechos interessantes de um artigo da New York Times. Aliás, acabei extraindo tudo, pois achei muito interessante! Com essa lei de direitos autorais rondando por aí, dá até medo. Mas conhecimento deve ser difundido: gera bons negócios, dá um up na economia.

Networking parece um dom, nao é? Neste artigo, eles mostram que nao. Que sao simples açoes que devemos tomar no dia a dia, sem falsidades e sem enrolaçoes.
Vale a pena conferir. Fácil nao é, pois exige dedicaçao, mas o item 7 diz tudo!
Pensar em ajudar ou servir alguém pode vale o esforço do network!


Fazendo contatos em sete passos simples

"Networking é como escovar os dentes: é natural ou agradável? Não muito. Porém, é suficiente escovar somente quando se tem dor de dente? Lamentavelmente, não. Da mesma forma, o networking requer atenção cuidadosa e constante durante um período prolongado de tempo.

Eles sugerem que a familiar correria por ajuda quando se precisa de algo urgente _ emprego, conselho ou doação de caridade _ não é networking, mas parte do processo de "vendas". A maioria das verdadeiras relações de networking será criada muito antes de se precisar delas. Além disso, quanto mais se trabalhar no investimento, maior pode ser o retorno.

Para a maioria das pessoas, formar contatos não é uma coisa natural. Um jardim abundante não é criado da noite para o dia. As plantas são selecionadas com deliberação atenta e cuidadas ao longo do tempo. As plantas indesejadas são identificadas lentamente e removidas.

Se você quiser plantar um jardim, a pergunta pode ser: como começar? A resposta é fácil: comece hoje e dê pequenos passos.

Comece pela comunicação. Faça muitas perguntas às pessoas que conhecer e mostre interesse por suas paixões. Se precisar de favores de imediato, não peça demais. Pedidos simples de conselho ou sugestões de contato facilitam que os outros o ajudem. É preciso fazer um depósito no banco da amizade antes de solicitar um saque grande.

Continue com o reconhecimento. Sempre deixe as pessoas saberem que você reconhece sua ajuda. Um bilhete de agradecimento escrito à mão ou um gesto de atenção se destaca num mundo em que o e-mail reina supremo.

Não se esqueça de conferir o estoque. Não faz mal produzir uma lista de vez em quando. Quem você conhece? E, mais importante ainda, quem deseja conhecer?
Aqui estão sete considerações práticas para ajudá-lo a dominar a arte de construir relacionamentos reciprocamente benéficos de longo prazo.

1. Interdependência.
Nossa capacidade de trabalho em equipe e habilidades de gestão de relacionamento são tão importantes quanto os projetos que tocamos. Vale a pena reconhecer o valor do processo de networking e abrir espaço para ele.

2. Perseverança.
As coisas boas demoram e é preciso beijar muitos sapos antes de encontrar um príncipe. O segredo é começar a construir sua rede de contatos muito tempo antes de precisar dela.

3. Reciprocidade.
O networking não se resume ao que os outros podem fazer por você. Pense no que você tem a oferecer. Às vezes começa com um simples cumprimento por uma apresentação ou projeto. Se oferecer ajuda a alguém, não se esqueça de ir até o fim. Confiança e reputação dependem da credibilidade.

4. Similaridade.
Embora seja mais fácil fazer amizade com pessoas parecidas com você, é sempre possível achar um meio-termo com os outros, independentemente de parecerem muito diferentes no começo. Saia da sua zona de conforto e aprenda com pessoas com formações, objetivos e incentivos variados.
Bill Gates declarou numa entrevista que prefere ler a revista inteira, não apenas as partes que o interessam. Assim, ele sempre aprende algo novo.

5. Proximidade.
A maioria das relações sociais nasce da proximidade. Contudo, ser próximo não vai ajudá-lo se você não tentar também se envolver ativamente.

6. Fecundação cruzada.
Os líderes bem-sucedidos influenciam contatos de uma rede para outra. Pense nas pessoas da sua lista de contato. Quem precisa de atenção? A quem devemos favores ou quem precisa da nossa ajuda? É possível começar a pensar na sua rede como uma jornada para a vida inteira em vez de uma iniciativa isolada.

7. Sociabilidade.
Se você não gosta de conhecer pessoas novas, é improvável que elas gostem de ficar ao seu lado. Portanto, é essencial encontrar locais e situações nas quais goste de fazer contatos, em vez de se forçar a tentar agradar em cenários desconfortáveis. Conhecer gente nova pode ser divertido, desde que saiba o que funciona melhor para você e não veja isso como uma tarefa.
Consiga tempo para levar uma vida completa fora do trabalho. Pode ser uma experiência poderosa e recompensadora passar tempo com pessoas que o valorizam, não o que você faz nem o que isso lhes propicia. Tais relacionamentos são uma fonte valiosa de energia e autoconfiança.
Em todos os aspectos da vida, o networking não se resume à pergunta básica: "Como isto vai me beneficiar?" Faz mais sentido perguntar: "Como posso contribuir para essa situação?"
Você será recompensado no devido tempo, à medida que seu jardim crescer.

Como garantir a produtividade da sua empresa?

Esta matéria da HSM é bastante interessante.... totalmente calculista quando o assunto é custo, mas ressaltando a importância da interaçao dos sócios e do investimento em recursos humanos.
Para que tenha mais facilidade na leitura, vamos grifar os pontos interessantes!!

O que fazer para melhorar a produtividade em 2012?

Especialista garante que a má otimização dos processos é uma das principais causas da falta de competitividade dos preços

Assim como a maioria dos empresários brasileiros, eu compartilho da preocupação referente à falta de competitividade dos preços dos nossos produtos frente aos concorrentes estrangeiros. Entendo que uma (e talvez a principal) causa disso pode ser a seja a baixa produtividade dos processos, que ocorre por vários motivos – desde parques industriais desatualizados até a falta de ferramentas gerenciais adequadas, mas também pelo próprio desinteresse da alta direção das empresas no assunto.

Em 1987, o professor João Carlos Hopp, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), sabiamente disse: ”o administrador financeiro da década de 80 está inteiramente absorvido na tarefa de fazer dinheiro pela administração do próprio dinheiro e está cada vez mais divorciado do processo de geração dos lucros operacionais”.

Infelizmente, esta afirmação ainda é uma realidade tanto pela falta de opções em ferramentas gerenciais como também porque atuar neste campo dá muito trabalho e, por puro comodismo, deixam de lado esse importante gerador de lucros. E então, “os asiáticos agradecem”.

E quando o assunto são os problemas do nosso País para conseguir equiparar os preços com concorrentes como China e Japão, podemos destacar:

●    Alto custo Brasil (impostos, taxas etc.);
●    Paridade do dólar;
●    Falta de financiamento (ou dificuldade para conseguir esse tipo de auxílio);
●    Mão de obra cara.

A busca por mais produtividade ainda carece de ações e a indústria nacional engatinha frente aos concorrentes asiáticos nesse assunto, o que eleva exponencialmente a busca na excelência em competitividade.

Esta excelência, que precisa ser objetivada, só é alcançada quando as ações nos processos vislumbram quatro ciências: administração, economia, engenharia e marketing, que em sinergia atuam em qualquer empresa, cada uma com a sua importância, mas uma completando a outra.

O ciclo operacional de uma empresa qualquer, obrigatoriamente inicia-se pela previsão de vendas, o que tecnicamente deve ser elaborada por marketing e aprovada pela alta direção. O que deveria ser a única referência de projeção de demanda aos outros departamentos, na prática não é.
Ao adquirir um maquinário ultramoderno, por exemplo, uma grande empresa garante produção em menor tempo. No entanto, este ganho fica praticamente restrito à área técnica (no caso, a engenharia), e não é corretamente utilizado pelas outras três áreas.

Isso acontece não por falhas de comunicação, mas porque boa parte das empresas operam com políticas e ferramentas gerenciais inadequadas de custeio e de precificação (quando as têm), e sequer conseguem mensurar estes benefícios técnicos quanto mais repassá-los aos custos e, consequentemente, aos preços de cada produto de direito. Esta é a amplitude que o ganho de produtividade deve ter para a excelência.

Já nas pequenas e médias empresas, dá para contar nos dedos as que possuem algum tipo de registro dos processos. Ou seja, nem as receitas dos próprios bolos possuem e os esforços que fazem no seu dia a dia para melhorar a produtividade se tornam ínfimos, por serem feitos sem nenhum planejamento e sem a correta medição. Portanto, as maiores e principais ações não são executadas, o que compromete e muito a excelência.

Como começar?

Para obter a excelência em produtividade e competitividade necessárias uma empresa precisa ter:

●    Fichas de processos – Os processos produtivos de cada item devem minuciosamente ser fielmente descritos, operação por operação, máquina por máquina, setor por setor, uma vez que sem a receita de cada bolo nada se faz;
●    Horas paradas – É imprescindível registrar, analisar, acompanhar e controlar as horas improdutivas da empresa, já que é possível contabilizar perdas de 12% a 40% das horas disponíveis;
●    Horas produtivas – As indústrias se concentram na racionalização dos tempos produtivos, mais especificamente nos tempos padrões, achando que estão agindo nos tempos totais, mas não estão. Em um processo produtivo, atuam os seguintes tempos:

a) Tempo de Preparação: tempo para preparar uma máquina ou célula para produzir um determinado item;
b) Tempo Padrão: tempo que um operário treinado normalmente leva para produzir um item;
c) Permissões: é o tempo que se perde com necessidades pessoais, recebimento de instruções, ritmo, posição de trabalho etc.;
d) Tempo Total = tempo de preparação + tempo padrão + permissões

Ao focar apenas no tempo padrão, as empresas deixam de lado outros tempos importantes, em que ocorrem perdas extremamente representativas que podem até ser mais relevantes do que os próprios tempos padrões em certas ocasiões.

Por último, é importante destacar quatro pontos que precisam ser extremamente valorizados:

1.    Gestão de pessoas
2.    Análise/Engenharia de Valores
3.    Metodologia de Custeio, Horas Paradas e Precificação
4.    Participação da alta direção

Assim, considero que esta excelência na produtividade e competitividade deva ser objetivada constantemente, e que qualquer empresa corretamente orientada por um especialista e que conte com formas gerenciais eficientes pode certamente ser capaz de conquistar esses objetivos.

Luiz Carlos Freire Cimatti é sócio-diretor da LC Consultorias, que fornece soluções em gestão para pequenas e médias empresas. Há 35 anos atua nas áreas de precificação estratégica, custeio, avaliação de marca, processos e demais aspectos da gestão empresarial.
Portal HSM
20/01/2012