quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Geração Z traz novos desafios aos anunciantes e agências de publicidade

Algumas atitudes são associadas às gerações X, Y e Z, mas é importante conhecer os mitos e as verdades em relação ao comportamento de cada uma delas. O objetivo da Kantar Millward Brown ao lançar o  estudo AdReaction 2016 é entender como esses consumidores reagem à publicidade para que as agências e anuciantes possam criar uma comunicação mais eficiente.
"Em um cenário econômico desafiador é fundamental que as empresas e agências conheçam e entendam como as diferentes gerações reagem à publicidade e, assim, possam desenvolver estratégias que atinjam seus objetivos. Os dados do estudo indicam oportunidades valiosas aos anunciantes, os quais precisarão ser cada vez mais criativos nos formatos e conteúdos para engajar principalmente a Geração Z, que traz novos desafios ao mercado ao exigir maior participação e controle, além de mais transparência das marcas que consomem", diz Valkiria Garré, CEO da Kantar Millward Brown.
De acordo com o  AdReaction 2016, todas as gerações apresentam alto consumo digital – Geração Z (6,1h/dia), Geração Y (5,7h/dia) e a Geração X (5,4h/dia). O consumo de mobile é significativamente mais alto entre as Gerações Z e Y (80% e 81% passam mais de 1 hora por dia no mobile). Entre os canais digitais, o Facebook é o mais utilizado por todos os públicos, sendo acessado diversas vezes ao dia. O Snapchat e o YouTube são mais usados pela Geração Z, assim como o Instagram, que também é bastante utilizado pela Y. No entanto é importante destacar que o brasileiro ainda apresenta um alto consumo de TV (não online), mesmo entre a Geração Z comparado ao resto do mundo (51% Global vs 63% Brasil). Assim mesmo, a geração mais velha (X) ainda continua tendo um forte relacionamento com os meios tradicionais, bem como algumas mídias em específico tem forte apelo entre todos os grupos, como Outdoor, ou Rádio (para Y e X), enquanto que Revistas e Jornais (não online) apresentam consumo maior entre a Geração X.
Ainda que passem mais tempo consumindo mídia online no País, 72% da Geração Z afirma pular publicidade em vídeo online, índice superior se comparado à Y (67%) e X (54%). De acordo com o estudo, música, humor e celebridades (incluindo influenciadores digitais), tornam a Geração Z mais receptiva a anúncios. Eles também são atraídos por peças que lhes permitam decidir o que vai acontecer (36% vs. 25% da Geração Y), escolher a alternativa preferida dentre as várias opções (35% vs. 29%) ou ajudar a tomar decisões (34% vs. 25%). O formato de peça que mais atrai as três gerações é a recompensa em aplicativo móvel, enquanto que qualquer tipo de publicidade que tire o controle do consumidor brasileiro não é bem aceita.
De acordo com o AdReaction 2016, todas as gerações demonstram interesse em obter informações relevantes sobre suas marcas preferidas. Nesse cenário, a maioria dos consumidores é mais favorável ao branded content que a anúncios em geral. Tutoriais, avaliação de usuários e feed das marcas nas redes sociais são conteúdos que geram mais engajamento.
Outros insights do estudo para o mercado brasileiro incluem:
– Horários influenciam a receptividade: a janela de oportunidade para falar com todas as gerações começa no final do dia e segue até o início da madrugada quando estão em casa. Por ter mais tempo e estar mais conectada durante todo o dia, a Geração Z está mais receptiva à propaganda no período da manhã e tarde, se comparada às demais.
– A receptividade é temperamental: O momento em que são impactados pela publicidade influencia diretamente na forma como todas as gerações reagem à publicidade e a Geração Z é a que demonstra estar mais aberta a interagir com anúncios em diferentes circunstâncias, mas quando estão relaxados é onde existe maior oportunidade.
– Impacte nos primeiros segundos: No Digital invista em anúncios de curta duração. O estudo aponta que a Geração Z está mais receptiva a anúncios com até 10 segundos, enquanto que as X e Y a propagandas de 11 e 20 segundos de duração.
– Ad Blockers: todas as gerações tentam evitar anúncios digitais de várias formas, mas no Brasil ainda se usa poucos recursos tecnológicos para bloquear anúncios (adblockers). A maioria usa o skip, porém, os dados indicam que a grande maioria dos consumidores está pouco preocupada em se livrar da publicidade. Dispositivos lentos são o principal fator para a instalação de ad blockers.
Sobre o estudo AdReaction
A Kantar Millward Brown pesquisou mais de 23 mil consumidores com idades entre 16-49 anos em 39 países. Também foi conduzida uma pesquisa qualitativa com a Geração Z nos EUA, na Alemanha e na China, e 31 comerciais de TV foram testados para TV e plataformas digitais em 10 países. O estudo AdReaction explora a receptividade que as três gerações têm em relação à publicidade, a fim de analisar e entender quando e onde cada grupo tem maior probabilidade de reagir de forma positiva a ela. Ele também fornece aos anunciantes em todo o mundo uma orientação prática sobre quais abordagens criativas funcionam melhor para cada uma delas.
O estudo AdReaction é realizado desde 2001 e fornece insights sobre a percepção que os consumidores têm em relação a publicidade, especialmente em formatos digitais.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside/webinside/04/02/2017/geracao-z-traz-novos-desafios-aos-anunciantes/?noticiario=WI&__akacao=3936473&__akcnt=8c3882ab&__akvkey=eec3&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TI+INSIDE+Online+-+WEBINSIDE+-+09%2F02%2F2017+05%3A31

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Os quatorze caminhos para o seu blog bombar na web!

Li um artigo interessante da Forbes que mostra 14 meios para o seu blog bombar, na era digital voltada ao marketing de conteúdo, informações como estas são bastante importantes. Como um blog deve ser?
Como escrever um blog de sucesso...
Pessoas querem ler conteúdos e não propagandas

Um blog deve ter conteúdos que pessoas possam compartilhar e praticar, devem ser conteúdos úteis, conteúdos que tenham algum valor ao leitor.
Muitas pessoas associam o blog à auto-promoção e isto é um grande erro. Raramente construirá um blog e cultivará seguidores por muito tempo se falar o tempo todo de si mesmo.

14 Caminhos:
1- Determine a proposta do seu blog. Comece definindo o seu público alvo e crie estratégia de como alcançá-los. Qual é o valor que irá entregar no seu blog? Mantenha esta linha!
2- Utilize as redes sociais para divulgação por meio de ícones de compartilhamento dos leitores às suas redes sociais como Google+, Facebook, Twitter, Linkedin.
3- Melhore o SEO (Search Engine Optimization) identificando e utilizando palavra-chaves no título e conteúdo do post que sejam utilizadas para a busca de determinado assunto. Utilize títulos curtos fáceis de postar, quanto mais links referenciem o seu blog, melhor será o seu ranking
4 - Fale na mesma língua do seu público. Utilize termos, forma de escrita mais usuais aos seus público-alvo
5- Seja parte de uma conversa no seu blog e em outros blogs, permita-se responder aos comentários positivos ou negativos, dar feedbacks, referenciar outros blogs ou participar de comentários de outros blogs. Quanto mais participativo, maior ao audiência
6 - Não seja chato! Escreva algo interessante, envolvente, que permita uma conversa
7 - Seja relevante Blogar é um ótimo caminho para comunicação em tempo real, se aguardar muito, suas notícias já serão antigas
8 - Postar regulamente. Tenha um frequência para postar, crie uma rotina que pode ser 10 vezes ao dia, 3 vezes ao mês ou uma vez por mês
9 - Faça um mix no conteúdo! Traga coisas novas pelo menos uma vez por mês, mude o formato, autor, conteúdo! Renovar é importante 
10 - Como um twitter... Menos é mais! Utilize menos de 12 caracteres no título para facilitar o compartilhamento. Se o conteúdo ficar cansativo, ninguém irá compartilhar!
11 - RSS feed Estimule seus leitores a se inscrevem para receber regulamente via RSS feed seus novos conteúdos
12 - Publique em dias da semana  A audiência é maior
13 - Sempre analise o tráfego do seu blog Verifique a frequência que pode variar pelo título, autor, formato, quais são os mais lidos para conhecer melhor o seu leitor.
14 - Deixe visualmente interessante, use fotos, vídeos, slides, etc



Fonte: http://www.forbes.com/sites/jacquelynsmith/2013/08/06/14-ways-to-make-your-blog-get-real-attention/#6a2ca39e6093

Cinco formas de hackear sua produtividade


Mudar a forma como fazemos o nosso trabalho para melhorar a nossa produtividade é uma tarefa difícil, mas não é impossível

Da Redação, com CIO.com

Publicada em 23 de agosto de 2016 às 19h23

  • Se você sente que o dia não tem horas suficientes para fazer todo o trabalho que precisa ser feito, encontre maneiras de “hackear” sua produtividade, extraindo o máximo do tempo disponível. 
Lembre-se sempre que maior erro que os profissionais cometem quando se trata de gestão de tempo é usá-lo para atividades que não merecem dois minutos de atenção.
Josh Davis, diretor de pesquisas do New York NeuroLeadership Institute, irá ajudá-lo nessa tarefa.
Autor do livro "Two Awesome Hours: Science-Based Strategies to Harness Your Best Time and Get Your Most Important Work Done", ele listou cinco forma de se manter motivado e produtivo.
1. Estabeleça uma agendaA mente humana trabalha melhor quando sabe o que está por vir. Mesmo que se considere uma pessoa flexível, é aconselhável criar uma lista de tarefas, caso coisas inesperadas começarem a surgir a sua frente.
Essencialmente, é importante ter suas prioridades delineadas antes de começar o dia para, dessa forma, evitar o desperdício de tempo tentando descobrir sempre o que precisa fazer depois de concluir uma tarefa.
“Há momentos no dia que o trabalho é finalizado. Nessas horas, é importante saber qual é o próximo passo dentre suas prioridades e o que, dentre aquelas coisas, são de fato importantes”, comenta Davis, aconselhando que cada pessoa adote o método que considera mais eficiente – escrever tarefas em uma agenda, bloco de notas ou no smartphone.
O importante é achar um mecanismo que permita aumentar a produtividade. Ele aconselha criar rotinas de trabalho em blocos de 52 minutos, com 17 minutos de intervalo.

2. Gerencie sua energia intelectualTodos temos recursos limitados de energia mental para darmos ao longo do dia. O especialista aconselha que façamos exercícios para melhorar nossas habilidades e equilibrar as tarefas desgastantes com temas menos pesados.
Davis sugere, por exemplo, tomar muitas “pequenas decisões” na noite anterior a uma reunião importante ou apresentação para, assim, não desperdiçar energia desnecessária; e a colocar tarefas criativas em momentos de mente fresca.
3. Elimine as distraçõesO especialista compara a memória de um trabalho a de um computador. Assim, quem deixa muitas “janelas” abertas e “programas” inativos no pano de fundo estará desperdiçando recursos valiosos para serem aplicados no momento presente. O mesmo vale para o seu cérebro. Você precisa ter a certeza de que tem memória disponível suficiente para fazer o seu trabalho.
Depois de terminar uma tarefa desafiadora, pode tentar fazer outra coisa que não tome muita energia, como verificar o seu e-mail, por exemplo. 
4. Alimente hábitos saudáveisExercício e dieta não servem apenas para manter a saúde do corpo em ordem, mas também para fortalecer a mente. O conselho é alimentar-se de forma adequada, com um bom mix de vegetais, proteínas e frutas, beber muita água e controlar os níveis de açúcar, cafeína e fast food. Davis também sugere praticar algum esporte antes de ir ao escritório. O exercício pode ajudá-lo em temas como concentração e redução do estresse.
5. Crie um ambiente de trabalho adequadoO que funciona para outra pessoa não necessariamente servirá para você. É importante descobrir como fazer o seu ambiente de trabalho atender às suas necessidades. Isto é especialmente verdadeiro se trabalhar em um ambiente aberto ou um cubículo/baia, que pode ser inerentemente prejudicial para a sua produtividade.
Mas se não pode obter um escritório ou um pouco de privacidade, tente alguns fones de ouvido com cancelamento de ruído, recomenda Davis. 
Se você tiver a oportunidade, tente alguns dias de home office. 
Outro conselho sempre válido é manter a mesa arrumada para não ser oprimido pela desordem.

Fonte: http://cio.com.br/carreira/2016/08/23/cinco-formas-de-hackear-sua-produtivdade/

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Lei de Pareto 20 - 80

Leitura do Livro Trabalho e Amor, Como construir uma carreira brilhante de Ryuho Okawa

Esta teoria econômica muito famosa na gestão indica que se concentrar seu esforços nos 20% mais importantes, obterá 80% dos resultados.

Tem um trecho muito interessante deste livro que compara a gestão ao basebol
"Tenha como objetivo não fazer um home run a cada lance, pois para a maioria das pessoas basta apenas conseguir bater a bola. Colocando o foco em acertar a bola, esses 20% de esforços traduzirão em 80% de sucesso"

Ou seja, não devemos focar em fazer algo extraordinário o tempo todo e sim, acertar no dia-a-dia. É o esforço que nós faz atingir grandes números.

"A diferença (do sucesso) é o resultado do acúmulo de seus esforços diários"
"20% do tempo que passam no escritório são realmente importantes, e, se elas estiverem determinadas a ter sucesso nesses 20% com certeza conseguirão avançar"

"(A maioria das pessoas) Simplesmente fica fazendo a mesma coisa oito a dez horas por dia, e acha que o acúmulo deste tipo de trabalho irá chegar a chefe de seção, gerente ou mesmo executivo... Se você avaliar a maneira como usa o seu tempo em comparação com o trabalho que tem para fazer, verá que as coisas não são compatíveis."

Reserve 2 horas por dia para produzir algum resultado definitivo, duas horas que irá fazer um esforço especial de tarefa eficaz que lhe traga as maiores recompensas. E o restante num ritmo mediano.

"Escolha o período do dia em que possa trabalhar de modo mais eficiente e, então, mergulhe de cabeça"


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Agendamento médico Web

Muito interessante! A evolução tecnológica agora a serviço dos pacientes.

Fonte TI Inside

Pesquisa traça perfil dos usuários que agendam consulta pela web
segunda-feira, 22 de outubro de 2012, 16h46

O serviço de agendamento de consultas médicas pela internet vem ganhando cada vez mais adeptos. De uma maneira geral, as mulheres se mostraram mais conectadas a essa nova tecnologia dos que os homens, sendo responsáveis por 57% dos agendamentos. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo YepDoc, que traçou o perfil das pessoas que agendaram consultas médicas por meio do site no período de junho a agosto de 2012.
O levantamento do YepDoc aponta que os usuários de 25 a 34 anos são os que mais utilizam o serviço, sendo responsáveis por 35% dos agendamentos no período. Na segunda posição estão os adultos de 45 a 54 anos (24%), seguidos pelo grupo de pessoas acima de 55 anos (21%) e jovens de 18 a 24 anos (20%).
"Observamos uma participação crescente dos agendamentos realizados por pessoas com mais de 55 anos. Isso mostra que a 3ª idade está por dentro das novidades tecnológicas e disposta a mudar hábitos antigos para tornar a vida mais prática", aponta Guilherme Pizzini, um dos fundadores do YepDoc.
Outro dado que chama a atenção é que 60% dos agendamentos foram realizados fora do horário comercial.
Desde que iniciou suas operações na cidade de São Paulo, no mês de abril, o site YepDoc tem aumentado o número de profissionais da saúde cadastrados e dispostos a utilizar a ferramenta de organização de agenda e contato com seus pacientes. A quantidade de horários disponíveis para consulta hoje já ultrapassa a marca de 300 mil.
Para agendar uma consulta, basta acessar o site, selecionar o tipo de profissional da saúde, localização de preferência e o plano de saúde atendido. A plataforma irá exibir uma lista com nomes de médicos no perfil procurado e seus horários disponíveis para consulta. O paciente pode escolher o horário mais adequado e agendar a consulta em alguns cliques. A ferramenta ainda envia automaticamente mensagens por e-mail e SMS alertando o profissional da saúde e o paciente 24 horas antes do agendamento.
A expectativa dos criadores do YepDoc é que até o final do ano os pacientes tenham à disposição mais de 800 mil opções de horários para consultas.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Enxurradas de e-mails

Fonte: HSM.com.br
 
Acadêmico destaca atitudes gerenciais que precisam ser reanalisadas para evitar caixas de entrada abarrotadas e horas perdidas com respostas e encaminhamentos

As empresas se esforçam: fazem campanhas de conscientização, distribuem manuais, estabelecem regras, desenvolvem workshops sobre como utilizar de forma eficiente essa ferramenta de comunicação chamada e-mail. Mas a caixa de entrada insiste em permanecer abarrotada. Por isso, horas são dedicadas a responder às mais diversas solicitações – de troca de informações necessárias ao trabalho a questões comportamentais. Mas o problema persiste: por que dispendemos tantas horas do dia a dar vazão aos e-mails? Será que é possível melhorar essas estatísticas?

O volume de e-mails deixou de ser uma questão somente técnica, com regras de uso baseadas na etiqueta e no bom-senso. Adotar o gerenciamento eficaz deles é parte importante na tentativa de racionalizar o uso desse meio de comunicação. Mas não é a única alternativa. É preciso analisar, com critério e profundidade, se é possível melhorar esse fluxo. Quando nos dispomos a realizar esse exercício, acabamos identificando problemas gerenciais que precisam de tratamento adequado. Apenas definir regras disso ou daquilo é gerenciar com base no sintoma e não na causa do problema.

Essa questão me chama atenção há algum tempo e aproveitei um conjunto de seminários para empreender uma pesquisa. Cerca de 115 líderes, de médio escalão, atuando em grandes empresas, responderam a duas perguntas: quantos e-mails recebiam, em média, que precisavam de algum tratamento e quanto tempo dispendiam diariamente para respondê-los. Os resultados assustaram: a média diária de e-mails que precisam de algum tipo de tratamento – responder, analisar ou encaminhar – superou os 100. Em geral, esses profissionais consomem cerca de 3,5 horas de seu dia nessa atividade. Não raro, há relatos de profissionais que consomem até 5 horas entre respostas e encaminhamentos de e-mails.

Essa situação nos alerta para algumas habilidades gerenciais importantes, que precisam ser reanalisadas, tendo como foco os seguintes pontos:

1. Deficiências na escolha do canal de comunicação

Não temos dúvida de que a comunicação é um dos gargalos das empresas. Uma competência essencial para um líder ter sucesso é escolher o canal correto para transmitir e trocar informações. Não dá para tratar tudo por e-mail. É preciso compreender do que trata o conteúdo da mensagem e qual o contexto em que essa informação acontece. Aí, sim, dar a ela um tratamento de canal adequado: por telefone, via mural, em reunião ou ainda, o velho e bom “face a face”.

Engana-se quem acredita que somente os meios mais modernos, como o e-mail, por exemplo, são os únicos que devem ser utilizados. Antigos canais ainda continuam sendo meios de comunicação que precisam ser estimulados. Um caso de benchmarking que tem funcionado muito bem são as pages – páginas criadas em redes corporativas e intranets, utilizadas para propagar informações de uso coletivo ou específico a um grupo. Essas páginas podem ser vinculadas a programas de e-mails ou redes colaborativas. Elas facilitam a comunicação grupal e, consequentemente, diminuem o fluxo de mensagens na caixa postal.

2. Planejamento inadequado

Gestores que planejam adequadamente suas atividades e de suas equipes tendem a administrar melhor sua rotina e passam a utilizar ferramentas de gestão para trocar informações. A utilização de fluxogramas de processos, cronogramas de acompanhamento, planilhas de análises, cotações e quadro de distribuição de atividades são alguns exemplos de ferramentas que auxiliam na gestão da informação. Quando bem elaborados e disponibilizados a grupos de trabalhos, departamentos ou membros de projetos, reduzem significativamente o uso de e-mails. Os envolvidos passam a recorrer a esses meios para buscar as informações de que precisam.

Essas ferramentas, além de importante forma de compartilhar informação, contribuem para o alcance dos resultados almejados. Planejar é decidir por antecipação. Consequentemente, ao utilizar essas ferramentas, tenderão a diminuir os temidos “urgentes” dos e-mails.

3. Delegação inadequada ou falta de delegação

Definir corretamente os critérios, antes de delegar uma atividade, escolher adequadamente quem irá executar e como será realizada a tarefa são componentes fundamentais da estratégia para diminuir o fluxo de e-mails das caixas postais. Para tanto, é preciso ter claramente definidos, a todos em uma equipe, em seus diversos níveis hierárquicos, as respectivas autonomias e responsabilidades.

Durante a pesquisa, observou-se que a busca pelo perfeccionismo extrapola os critérios de “quem deve fazer o quê”. Foram expressivos os comentários sobre a necessidade das informações serem repassadas aos superiores, o que demonstra claramente falta de confiança mútua. Essa prática, caracterizada por centralização do poder e tomada de decisão, emperra a autonomia e gera trocas desnecessárias de e-mails.

4. Medo de errar

Apresentou-se como uma importante dificuldade observada durante a pesquisa. A aversão ao risco faz com que as pessoas disparem e-mails sobre tudo e a todos. De um lado, está o medo de tomar uma decisão e depois ser culpado, caso a decisão não esteja correta ou de acordo com os padrões. Nesses casos, os líderes optam pela segurança e buscam aval de seus superiores, mesmo em seus níveis de autonomia. E, ainda, medo de serem responsabilizados por não informar alguém. Na dúvida, e-mails a todos! Afinal de contas, melhor sobrar do que faltar! E ali está, mais um e-mail a ocupar a caixa de entrada.

Considerações finais

Esses quatro pontos analisados são aspectos que merecem especial atenção na análise do fluxo de e-mails. São questões comportamentais que se sobrepõem às técnicas. Fazer com que líderes e liderados reconheçam essas fraquezas e trabalhem para revertê-las, evita retrabalho, a sensação de “faço, faço e sempre estou abarrotado de trabalho”, além de diminuir a ansiedade. Mas, principalmente, dá tempo ao líder para realizar o que lhe compete por excelência: suas atividades importantes.

Uma caixa postal “gritando” para ser esvaziada não pode ser motivo para renegar o planejamento primordial do setor, o treino e desenvolvimento de sua equipe, estudo de novos métodos de realização do trabalho, acompanhamento das tarefas e pessoas ou formas de contribuir com o desenvolvimento da empresa.


Carlos Eduardo Dalto, o professor Dalto, é administrador e mestre em marketing pela Universidade Estadual de Londrina. Atua como professor dos MBAs em Gestão de Projetos e Comercial da Fundação Getúlio Vargas. É também consultor do Instituto MVC/São Paulo em Liderança e Negociação e diretor de Educação Corporativa da METHODOS.

Portal HSM
10/10/2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Banda Larga 0800

Olha que interessante esse projeto do Governo.
Pode revolucionar o uso do celular para internet nos proximos anos.

    Banda Larga 0800

Bem vindo ao projeto de teste da Banda Larga 0800! Para a realização desse projeto, o Ministério das Comunicações, em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do GDF, escolheram moradores da cidade de São Sebastião-DF, e você foi selecionado para testar esse novo serviço.

Sua participação é muito importante e pode nos ajudar a desenvolver um modelo de Internet gratuita para celular.
   
Nesse novo modelo, o consumidor poderá acessar a Internet usando o seu celular sem que para isso seja necessário contratar um pacote de dados junto à prestadora do serviço. Funciona da mesma forma que os serviços 0800 existentes atualmente: quem pagará a conta não é a pessoa que acessa o site, mas sim o proprietário do site. Por exemplo, uma loja que vende produtos pela Internet pode se interessar em prover o serviço de Banda Larga 0800 e, nesse caso, ela pagará para que você acesse o site. Assim, você poderá consultar preços dos produtos ou até mesmo fazer compras pela Internet sem precisar pagar para acessar o site da loja.

Outro exemplo. Órgãos públicos poderão disponibilizar serviços e informações em sites gratuitos, facilitando a vida do cidadão. Aqui você vai encontrar alguns exemplos de informações disponibilizadas por órgãos públicos e que podem facilitar a sua vida se puderem ser acessadas de forma gratuita pelo celular. É o caso da consulta a vagas de emprego, dos horários das linhas de ônibus da sua cidade e da programação cultural do final de semana.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Planejamento tributário é a saída para reduzir impacto dos impostos


sexta-feira, 6 de julho de 2012, 18h21


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O fato de o Brasil ter uma das mais altas cargas tributárias do mundo reforça a necessidade de o empreendedor brasileiro buscar alternativas legais para reduzir o impacto dos impostos nos seus negócios.
A melhor maneira de fazer isso é através do planejamento tributário, o que deve ser feito preferencialmente no segundo semestre, avalia José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e Assessoramento de São Paulo).
Para ele, o segundo semestre é o período ideal para o planejamento da empresa para o exercício seguinte, especialmente na busca pelo regime tributário mais adequado: Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional.
“É um trabalho que precisa ser feito com antecedência, analisando todos os dados corporativos, mês a mês, promover simulações considerando todos os aspectos pertinentes a cada regime de apuração, fazer projeções, analisar o contexto econômico, para só depois escolher o modelo mais adequado”, alerta, lembrando que a opção efetiva é feita uma única vez ao ano, sempre nos primeiros meses.
Outra advertência feita pelo presidente da entidade diz respeito ao chamado “modismo da simplificação”.
“Nem sempre o Simples Nacional é a melhor alternativa, pois em algumas situações pode até mesmo elevar a carga tributária da empresa, dependendo de alguns fatores”, ressalta.
Chapina destaca a importância de uma boa assessoria contábil em um momento tão decisivo, que pode fazer a diferença entre o fracasso ou o sucesso da organização.
“O conhecimento técnico contribui significativamente para uma escolha menos onerosa dentro das possibilidades que a lei permite”, acrescenta.

SPED - Servicos Contabeis

Pesquisa expõe percepção das empresas de serviços contábeis sobre o SPED
terça-feira, 10 de julho de 2012, 15h19


Uma ferramenta de alta complexidade, mas positiva para o Brasil. Essa é a percepção que boa parte das empresas de serviços contábeis tem do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), conforme apurou uma pesquisa com 323 empresas do setor realizada pela Fiscosoft, Prosoft e Systax.
O objetivo do estudo foi identificar a nova rotina imposta às empresas de serviços contábeis e conhecer as mudanças que o SPED tem provocado na relação com os seus clientes.
O fator positivo do SPED foi considerado por 82% dos entrevistados, enquanto o grau de complexidade foi destacado por 48% delas. Mesmo assim, 79% reconheceram já estão se beneficiando da padronização das informações.
A padronização, dizem, possibilita a troca de informações com os clientes e poderá ter reflexos positivos em relação à redução de custos.
De acordo com o levantamento, apenas 4,8% das empresas contábeis não tiveram que investir em troca de software, soluções especificas para validação e auditoria ou treinamento para seus funcionários em função do SPED.
As demais, não obstante os investimentos que realizaram, afirmaram que ainda não conseguiram repassar esses custos aos seus clientes. Para aumentar a qualidade das informações entregues ao Fisco, 62,1% recorreram ao treinamento. A opção consultoria externa foi assinalada por 25,5% das empresas e a adoção de soluções específicas para validação e auditoria, por 44,3%.
A pesquisa verificou que 50% dos arquivos do SPED foram entregues no prazo, mas com erros. Por isso, terão que ser corrigidos. Apenas 12% dos arquivos não demandaram correções por parte das empresas contábeis.
Outro dado preocupante é que 7% dos arquivos não foram transmitidos no prazo e já estariam sujeitos a penalidades pelo descumprimento dessas obrigações.
Entre os módulos do SPED, a EFD-Contribuições foi apontada por 64% das empresas consultadas como a que apresenta a maior dificuldade, seguida da EFD (Escrituração Fiscal Digital), indicada por 28% delas.
A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) figura como o módulo do SPED com o maior número de empresas obrigadas. Já o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), na outra ponta, tem o menor público – menos de 20% dos clientes atendidos pelas empresas de serviços contábeis estão sujeitos a essa obrigação, que é específica do setor de transporte.
Um número preocupante revelado pela pesquisa é que 82% das empresas contábeis precisaram de informações adicionais às entregues pelos seus clientes para cumprir com as obrigações do SPED.
A pesquisa evidenciou, também, que, embora o SPED tenha reforçado a fiscalização, 83% das empresas contábeis não notaram nenhum tipo de fiscalização estadual e federal.
A tão esperada redução da burocracia também não foi sentida por 92% das empresas que participaram da pesquisa.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Os desafios de construir uma marca forte

 

Valorização de intangíveis e adoção de estratégias diferenciadas são importantes passos, segundo Philip Kotler

Colocar-se no lugar do cliente por um dia e promover essa empatia é o aspecto mais profundo do marketing, segundo Philip Kotler. “A marca agrega valor porque o cliente compra também a sensação, o ambiente e por isso é tão imporante saber como ele se sente”, justificou, no primeiro dia do Special Management Program HSM, em São Paulo.

Do ponto de vista do professor, uma marca forte precisa ser:

• Memorável
• Facilmente reconhecida e lembrada
• Significativa, descritiva e persuasiva
• Simpática, divertida e interessante
• Protegível, perante a lei e aos concorrentes
• Adaptável, flexível e realizável
• Transferível, na categoria de produtos e entre categorias, além de entre fronteiras geográficas e culturais.

Como chegar a isso?

Hoje, tudo pode receber uma marca: produtos de consumo, industriais, serviços, varejistas, corporações, pessoas, lugares e commodities. De acordo com o estudioso, existe uma tendência da gestão da marca pessoal ou de um lugar. “A Irlanda, por exemplo, criou um ministro de marketing para gerenciar iniciativas como atrair turistas, empresas e aumentar as exportações de produtos”, comentou.

Kotler afirmou que para construir uma marca forte é importante valorizar os ativos intangíveis da empresa como os funcionários, a base de clientes, os parceiros e o capital intelectual. “O próprio significado da palavra ‘brand’ remete a isso porque a marca deve ser acreditável, relevante, adaptável, imbuída de narrativa e diferenciada”, destacou.

Uma marca forte, na visão do estudioso, precisa tomar para si um conceito. “Ela pode ter o nome dos fundadores, descritivos, inventados, siglas ou metáforas, mas uma marca deve ser mais que um nome, um slogan e um logotipo. Precisa ter identidade, criar uma espécie de mantra”, detalhou, acrescentando que os grandes construtores de marca são os funcionários e as operações, ou seja, o desempenho da empresa, não suas comunicações de marketing.

Construindo um diferencial

A construção do diferencial de uma marca pode ocorrer por meio da consistência, customização e conveniência, conforme explicou o palestrante: “Isso se dá tanto em produtos (contole de qualidade, equiparação e embalagem) quanto em serviços (confiabilidade de fornecimento, conhecimento de aplicações e assumir responsabilidades)”.

Entre as ferramentas para construção de uma marca, Kotler citou a publicidade, patrocínios, clubes, visitas à empresa, feiras, exposições, pontos de distribuição, pontos de comodidade para o público, causas sociais e formação de comunidades para os usuários. Outro ponto importante é o branding narrativo, que consiste em utilizar boas histórias por meio das novas mídias como sites, blogs, vídeos, podcasts, entre outros conteúdos que possam ser gerados pelos usuários dos produtos. “Nesses casos o que se almeja é a adesão”, disse.

Bolha das marcas

Às vezes, é necessário fazer coisas novas para chamar a atenção. “A Coca-Cola, por exemplo, usou esse recurso chamando atenção para suas iniciativas porque a marca já estava madura e não empolgava mais”, lembrou o professor, explicando, em seguida, que as bolhas acontecem por causa da supervalorização de ações, da incursão de marcas próprias e da devoção por marcas irresistíveis, como a Apple.

Estratégias para o caos

Segundo Philip Kotler, encontrar ideias inovadoras é não ter limites para imaginar novas possibilidades

Há momentos na vida de uma empresa em que nota-se um retorno menor nas estratégias de marketing. Cenários externos, como crises econômicas, demandam adaptações e criatividade para imaginar novas possibilidades, conforme explicou Philip Kotler, no Special Management Program HSM, em São Paulo.

O “guru” alertou que é prudente ter cuidado, por exemplo, com a estratégia de reduzir preços. “Quando o concorrente faz isso, a empresa precisa agregar valor ao seu produto, criar um benefício novo para o cliente e manter o preço. Bons profissionais de marketing devem ser criativos para encontrar a solução num momento como esse”, explicou, antes de alertar: “Cortar qualidade também não é uma opção. Seu consumidor fiel vai perceber a mudança drástica e você pode perdê-lo para sempre”.

Empresas duradouras, segundo o especialista, sabem lidar com essas situações e têm como principais características a postura conservadora em relação a finaciamento, sensibilidade para notar o que acontece ao seu redor, consciência da sua identidade e tolerância a novas ideias. Além disso, priorizam valorizar as pessoas (não os ativos), ter um controle e direção mais soltos, bem como focar no aprendizado e se envolver mais com a comunidade.

Esses pontos são a base estratégica para vencer uma situação de caos e criar um sistema de alerta antecipado. “Saber o que pode acontecer com a sua empresa e com o seu setor faz parte de um planejamento estratégico”, ponderou, destacando, no entanto, que isso não significa criar uma situação de pânico, mas sim nomear pessoas para conhecer bem a concorrência e buscar informações sempre.

Contar com especialistas em novas tecnologias e com profissionais que saibam identificar os interesses de consumidores e clientes também são características importantes, assim como ter pleno conhecimento de leis e regulamentações pertinentes ao segmento em que a empresa atua. “Isso é importante para indicar um sinal vermelho, evitar ruídos e filtrar só aquilo que realmente interessa e que merece preocupação”, afirmou.

O próximo passo, ainda dentro da previsão de situações de caos, é o planejamento de cenários. “Reúna profissionais sêniors da sua empresa e peça que dediquem um dia ou um final de semana para pensarem juntos no que está acontecendo na empresa, no segmento que atuam e no mundo”, aconselhou. Segundo Kotler, isso torna possível apostar no cenário mais provável e pensar no que fazer se o pior cenário acontecer. “É um pensamento condicional, um planejamento de contingência extremamente necessário. Imaginar situações fora da rotina ajuda a se preparar para tudo que pode acontecer”, reforçou.

União: marketing + financeiro

O sucesso nos negócios, para o estudioso, está baseado em duas competências: financeira e de marketing. “Se você tem recursos financeiros e competitividade está no caminho do sucesso. À medida que você amplia a sua fatia de participação no mercado, deve avaliar se o custo desse aumento não é maior que o retorno que vai adquirir”, disse aos executivos que o assistiram em São Paulo.

Uma empresa líder em um setor deve sempre observar o que a concorrência está fazendo para alcançá-la e é necessário, a partir disso, visualizar um mercado maior. “Pense para onde pode crescer. Se conhece muito de um mercado, você pode atuar em outros setores do mesmo segmento”, sugeriu.

Para melhorar a produtividade do marketing e, ao mesmo tempo, otimizar o aspecto financeiro, Kotler, tem três dicas:

• Remunere agências de publicidade com base no desempenho
• Substitua canais de maior custo por outros com custo menor
• Invista nas redes sociais e na automação do marketing

Por fim, como a grande dificuldade da maioria das empresas, na opinião do estudioso, é estabelecer estratégias, ele resumiu quatro passos que devem ser colocados em prática:

• Possua algo que seja difícil de copiar
• Construa uma rede mais forte de stakeholders
• Construa uma marca forte
• Estabeleça uma cultura inovadora

10 mandamentos por Philip Kotler

1º MandamentoPrecisamos entender que a comunicação integrada de marketing é fundamental e desafiadora. O Brasil ainda não tem grandes “maestros” que saibam integrar essa comunicação de fato.

2º Mandamento
O marketing é essencialmente uma conexão de pessoas com outras pessoas. Daí vem a força das marcas regionais, do mercado local. Cabe ao profissional de marketing tornar essas mensagens aplicáveis ao mercado nacional.

3º Mandamento
É importante entender que as marcas têm raízes, mas que é preciso preservar o essencial em busca do novo. Isso é inovação de marca.

4º Mandamento
Crie métricas para avaliar sua marca e invista na criação de modelos capazes de inovar. Faça periodicamente cálculos de valor da marca.

5º Mandamento
O importante para uma empresa não é o que ela faz ou o que ela vende e sim o porquê ela faz. O propósito é a razão de ser de uma empresa – engaja pessoas, alinha projetos e gera resultados.

6º Mandamento
Não existe possibilidade de construir qualquer marca forte se isso não começar dentro de sua empresa. Colaboradores devem estar convencidos do valor de sua marca, devem estar engajados e serem multiplicadores dessa valorização.

7º Mandamento
O consumidor não é tão simples quanto parece. Por isso, se preocupe em conhecê-lo cada vez mais e melhor. Se a sua empresa colabora para aumentar a autoestima do seu cliente, ele estará cada vez mais próximo de você.
8º Mandamento
Ao realizar uma pesquisa, despreze sempre a primeira resposta. Estimule a conversa. É importante falar com o consumidor sempre. E a tecnologia contribui para essa interação.

9º Mandamento
Empresas que olham para a classe C devem saber que ela é conservadora e tem características próprias. Crie produtos direcionados a esse público, ao invés de baratear os já existentes.

10º Mandamento
Crie uma plataforma de desenvolvimento de novos produtos sob a mesma marca. Associe-os à marca e, com isso, agregue valor.

Marketing e-commerce

Segundo Alfredo Pinto, sócio da consultoria de negócios Bain & Company, atualmente, o comércio eletrônico responde por 10% das vendas nos Estados Unidos e, no Brasil, em torno de 3%
“As vendas no varejo tradicional continuam crescendo cerca de 3% anualmente – taxa estável há algum tempo. O e-commerce, por sua vez, tem registrado altas de 15%, 20%, 30% nos últimos anos”.

Na visão dele, em menos de cinco anos, a interação entre comércio e consumidor será feita por uma ampla gama de canais: de malas-diretas a redes sociais; de callcenters a televisores. “Os mais diversos tipos de produtos e serviços estarão ao alcance de um clique no celular conectado à Internet, em casa ou no trabalho, na praia ou na consulta ao dentista”, projeta.

Por meio das mídias digitais, com estímulos adequados ao seu perfil, o consumidor será atraído para a loja, onde um vendedor o espera sabendo exatamente o que ele deseja. Além disso, a estrutura física terá que permitir melhor interação com o produto”, explica Alfredo.

3H

Peters apresentou sua “Teoria dos 3 H’s”. Mas o que são os 3 H’s? “Hilton”, “Herb” e “Howard”, isto é, Conrad Hilton, dos Hotéis Hilton; Herb Kelleher, da Southwest Airlines e Howard Schultz, é claro, da Starbucks. O palestrante explicou a teoria por meio de três mandamentos inspiradores:
1. Faça contato com as pessoas - Schultz visita muitas lojas todos os dias, no mesmo horário, perfazendo pelo menos 25 lojas por semana, ao passo que muitos CEOs da atualidade relegam o contato pessoal a um segundo plano.
2. Concentre-se nos detalhes – Foi perguntado a Hilton qual tinha sido a lição mais importante de sua carreira. Ele respondeu: “Lembre-se de fechar a cortina do chuveiro para dentro da banheira. A cortina do chuveiro dentro da banheira é o que traz o cliente de volta”.
3. Trate clientes como funcionários - Kelleher revelou que o grande segredo do sucesso de sua companhia é tratar seus funcionários como seus principais clientes. O cliente vem em segundo lugar.

Marketing Viral

Marketing Viral para vender!

 
Muito tem se falado sobre ações de marketing e vendas com o menor investimento e maior convergência possíveis, incluindo também a procura cada vez maior pela fidelização de consumidores, buscando torná-los naquilo que o que o marketing moderno chama de clientes evangelistas.
Por estas tendências e necessidades, fica evidente que o uso de ações buzz ou marketing viral passa a ser uma excelente opção para transformá-las em realidade. São temas ainda pouco difundidos, não utilizados fortemente e sem conceitos bem enraizados se comparados a outras ações como, por exemplo, promoções de vendas. De qualquer maneira o uso destas estratégias é um caminho sem volta, ainda mais com o crescimento da internet, que facilita e barateia este tipo de ação.
Temos ainda muita confusão entre os conceitos de marketing viral e buzz marketing. A pergunta que se faz é se existem diferenças entre eles ou são apenas nomes aplicados por autores e profissionais diferentes. Além disso, consideramos que se faz necessária a análise não somente destes dois itens, mas também de outros que passem a constituir uma ação completa, desde a indicação até a venda de produtos.
Para responder estas questões e fazer com que os profissionais possam usar o mesmo padrão de referência, propomos a seguinte analogia e conceituação:
Marketing de boca-a-boca: indicaçãoConsideramos “a ação ou o ato de falar ou indicar algo a alguém”. Ação esta que nasceu praticamente junto com a humanidade e inerente das características do ser humano “social”. Próprio da vida em sociedade, uma necessidade básica de compartilhar coisas boas e ruins.
Todo ser humano, em maior ou menor frequência, já ouviu ou espalhou uma notícia, um fato, ou a popularmente chamada “fofoca”. Estas atitudes das pessoas, intencionalmente ou não, acabaram sendo usadas pelos “comerciantes” de todos os tempos.
Podemos considerar que, quando usadas de forma estratégica e profissional no mercado, temos a integração entre o marketing e o boca a boca. Ou seja, o marketing de boca a boca.
Marketing viral: multiplicaçãoÉ uma fase posterior e mais ampla do marketing de boca-a-boca. É preciso que existam ferramentas tecnológicas que permitam que ele se torne viral (ou pandêmico).
Talvez a primeira tecnologia que propiciou a multiplicação viral de informações tenha sido o telefone. Todavia, nada pode ser comparado à internet. A potencialização foi extrema. Em poucos cliques o conteúdo chega a uma infinidade de contatos e a internet propicia um alastramento muitíssimo mais rápido que no mundo real ou mesmo através do telefone.
Uma observação se faz necessária: consideramos como “fatos virais” as multiplicações de notícias, vídeos, etc. que acontecem naturalmente, sem ou com a intenção de tornar-se viral, mas que não divulgam propositadamente qualquer tipo de marca/produto/serviço.
Ações “pensadas” e preparadas intencionalmente por empresas, utilizadas como forma de divulgar uma marca/produto/serviço, é o que podem ser consideradas como “marketing viral”. Todavia, ainda estamos trabalhado em um nível superficial de “relacionamento” e apenas realizando a função de divulgação ou propagação da mensagem ao possível cliente da empresa.
Buzz marketing: relacionamentoO termo buzz traduzido para o português que dizer zumbido (Michaelis/UOL, 2009), mas podemos citar também alguns outros substantivos que ele indica: sussurro, murmúrio, rumor, isca artificial.
O “marketing do zumbido” é mais do que o espalhe de informações. Realiza um trabalho parecido com o das abelhas, que passam a ter um “relacionamento” mais íntimo e importante com as flores que fertilizam, levando um pouco de seu néctar e outros polens para fecundar outras flores. Uma relação natural, inteligente e necessária para a sobrevivência das duas espécies. Fazendo uma analogia com empresas e consumidores, que bom seria se mantivessem sempre uma relação assim!
Utilizando-se das características e técnicas dos anteriores, o buzz marketing é aprimorado com ações estratégicas bem definidas, elaboradas e monitoradas para atingir os objetivos previamente definidos. Parte do princípio da busca a um nível mais avançado de conhecimento e relacionamento com seu público-alvo, baseados inclusive nos estudos referentes ao consumidor.
O planejamento estratégico é necessário para o sucesso da ação. Busca-se o nível maior de comprometimento entre a empresa/cliente dentro da ação. Também poderão ser utilizadas técnicas e ferramentas de fidelização, ou em um termo mais recente, de evangelização de clientes (fazer com que os clientes sejam fiéis à marca/produto/serviço, ao ponto de querer “evangelizar” e até convencer outros possíveis clientes a comprá-los pensando sinceramente que: “Se é bom para mim vai ser bom para eles”).
Buzz sales: vendasSeguindo o raciocínio anterior, o buzz sales é uma evolução ou uma sequência lógica e com objetivo bem definido, que é vender! Aqui batizamos com o nome de: “buzz sales”, ou “vendas por zumbido”. Esta etapa merece ser “separada”, analisada e planejada com todo o cuidado e atenção pelos profissionais de marketing e de vendas.
Preço, formas de pagamento, atendimento, garantias, etc. precisam ser ainda mais atraentes e as informações, claras e objetivas, para que haja o consumo através do buzz sales “online”. Com o buzz sales fechamos ciclo natural da ação de buzz, inciado pelo marketing de boca-a-boca, potencializado em sua multiplicação pelo marketing viral, qualificado pelo buzz marketing e convertido em vendas pelo buzz sales.
Uma ação pode ter todas estas etapas ou apenas uma, duas ou três delas. Tudo depende da necessidade e objetivos. Mas uma ação completa somente é finalizada com a venda do produto ou serviço.
Buzz force (Força do Zumbido).
O conjunto dessas ações é o buzz force. O termo “force” foi escolhido para que representasse toda a força que uma ação completa, bem feita e realizada pode obter de resultados. É um nome forte, com características de fácil lembrança, de possível aceitação pelos profissionais, e adequado a uma proposta de padronização.
Enfim, podemos relembrar as palavras chaves que resumem as características de cada etapa:
• Marketing de boca a boca: indicação
• Marketing viral: multiplicação
• Buzz marketing: relacionamento
• Buzz sales: venda


Por Marcelo Pirana, consultor de marketing e professor universitário especializado em publicidade e propaganda. O artigo foi baseado em uma monografia para o curso de MBA em Marketing e Vendas da Anhanguera Educacional (FAC3 - Campinas-SP) em 2009.
HSM Online06/11/2009
http://www.hsm.com.br/editorias/marketing-viral-para-vender

terça-feira, 3 de abril de 2012

Você é empreendedor?

Segue o link de um teste muito interessante sobre empreendedorismo.

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI277453-17184,00-VOCE+TEM+PERFIL+DE+EMPREENDEDOR.html

Coaching

Empreendedores de todos os tamanhos podem se beneficiar com os serviços das empresas de coaching, que ajudam a alcançar resultados e fazer o negócio crescer

Por Flávia Pinho
Editora Globo
Embora seja mais associado a executivos de grandes corporações, o coaching tem sido cada vez mais procurado pelos pequenos e médios empreendedores. Os especialistas, porém, advertem: ao contrário do que se imagina, o processo não foi criado para gerenciar as crises do negócio. “O objetivo é alcançar resultados”, diz Flora Victoria, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching. “Trata-se de um recurso voltado para o futuro, e não para o passado.” Segundo Ana Luísa Cliopas, da Carreira de Propósito, empresas de pequeno porte têm muito a ganhar com a ação do coach. “Existem empreendedores que são realizadores natos, mas têm enorme dificuldade para lidar com pessoas, por exemplo. Também há aqueles que não sabem como agir diante do dilema de crescer ou ser engolido pela concorrência”, diz. “Para estes, a orientação é fundamental.” Antes de usar o serviço, confira as dicas dos especialistas.

>Quando procurar?
Sempre que houver objetivos a atingir ou decisões estratégicas a tomar. “Se há problemas importantes no histórico da empresa, sugerimos uma terapia. Caso contrário, o coaching não fará sua função: ajudar a companhia a crescer”, diz Ana Luísa.

>Quem pode se beneficiar com o coaching?
O empreendedor pode optar por contratar o coaching para si mesmo, para líderes dentro da sua equipe ou para os funcionários.

>Quanto tempo leva?
De três a seis meses, em média, com encontros semanais que duram entre uma hora e uma hora e meia. Mas essa rotina varia. “A frequência pode ser até diária, dependendo da urgência”, afirma Flora.

>Quanto custa?
As sessões custam a partir de R$ 500. O preço depende de fatores como o status do profissional contratado e o objetivo do cliente. Boa parte das empresas de coaching não cobra pela primeira reunião.

Fontes: Ana Amélia Camarano, Coordenadora de População e Cidadania do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e Tony Bernstein, diretora do Portal Terceira Idade

sexta-feira, 23 de março de 2012

Comunicação como chave de sucesso

Tenho exercitado nos últimos dias a eficácia de uma boa comunicação.
Muitas vezes pensamos que a nossa comunicação é boa, mas será que o receptor das informações também acha isso?
Para saber se realmente a boa comunicação faz a diferença, passei a me dedicar um pouco mais nela em casa e no trabalho. E os resultados foram melhores do que eu imaginava.
Na vida pessoal, o homem e a mulher possuem perfis e formas de raciocínio diferentes, a tendência é de desentendimento, pois a mulher espera uma ação que para o homem muitas vezes não é importante e vice-versa. A importância de se comunicar no canal que a pessoa entende melhor é uma ótima forma de manter os relacionamentos.

Existem diversos canais de comunicação entre eles, o olhar, a fala, o tato, o gesto. E cada um possui um destes mais aguçado. Por isso, para não precisar pensar demais ao se comunicar, a mescla destes canais é a melhor forma.

Todo ser humano gosta de se sentir importante e ter atenção. Por mais que seja um feedback negativo, a preocupação da comunicação, mostra o quanto o outro é importante e foi lembrado.

A partir do momento que decidi me dedicar à melhor comunicação com os clientes, eles passaram a entender os dois lados (o dele e o meu, ou da empresa). Diminuiu o stress, pois ninguém espera a perfeição de ninguém e em momentos difíceis surge a cumplicidade. Aumentou a satisfação, pois as comemorações foram juntas também. E a demanda de serviços também aumentou, pois todos preferem ser atendidos por quem os respeita e os atende bem. Consequentemente, a receita aumentou também.

Quando a comunicação é boa, bons negócios surgem, pessoas te procuram.   

Enfrentei a minha timidez todos os dias da minha vida e sei o quanto é dificil melhorar a nossa comunicação ou mesmo falar em público, mas a comunicação sempre abriu muitas portas.


Atuo com alinhamento de valores e comunicação há mais de 15 anos.
Ministrarei diversas práticas de uma boa comunicação no mês de Maio a começar por Santos - SP. Em caso de interesse na sua empresa, na sua cidade, meu contato thayse@gmail.com
  

segunda-feira, 5 de março de 2012

domingo, 4 de março de 2012

Gestão Financeira Pessoal

É incrível como ano após ano, na gestão financeira, sempre nos deparamos com os mesmos questionamentos, muda-se a forma, o gasto, a receita, a despesa, mas sempre com os mesmos questionamentos.
Quando se tem a vida financeira próspera, sempre há a questão de onde investir.
Quando a vida financeira é mais apertada, há 2 questões: onde captar mais recursos ou como diminuir as despesas.
Para captar mais recursos é importante verificar se existe capacidade e tempo para isto, pois gerar receita requer tempo e dedicação.
Para diminuir as despesas, analisamos o corte de gastos. Existe algum excesso nas suas finanças? Se for excesso mesmo, corte.
Mas existem despesas que parecem excesso e não são. Preste bem atenção nisto. 
Um financiamento, por exemplo. Geralmente o financiamento vem da aquisição de algum bem. Este bem é importante? Se vender o bem, precisará comprar outro? Se comprar outro, quanto vale um bem novo ou outro bem similar atualmente?
Um carro deprecia-se e vale menos a cada dia, se vendê-lo, acabará comprando um outro de valor superior ou qualidade inferior, mas se precisar financiar novamente, voltará a ter novos gastos.
Um imóvel, apesar dos juros que paga, muitas vezes, para adquirir um de qualidade equivalente, pela valorização, pagará muito mais.

Como será a sua vida sem a despesa?  Sem o bem? Muitas vezes pensamos em fazer economias e no final acaba-se apenas transferindo as despesas para um outro tipo de despesa.
Deixa de comprar chocolates e começa a pagar um terapeuta!!!!

O jeito é ter criatividade para gerar novas oportunidades e pensar no que é realmente necessário. Com certeza é cortes a fazer e há receitas a receber. Mas é importante mudar-se culturalmente para isso, e assim, conseguirá analisar qual é o equilíbrio. Cada um tem o seu. Cabe a você saber qual é.